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Stress, a primeira banda de metal do brasil completando 30 anos de historia.

terça-feira, 2 de outubro de 2012



O Stress é uma banda de heavy metal tradicional de origem na região amazônica de Belém-PA. 
 É considerada a primeira banda de Metal do Brasil.Os primeiros encontros aconteceram no início  de 1975, quando colegas de escola perceberam que tinham algo em comum, o rock. Num momento em que ser roqueiro, além de ser uma raridade , era sinônimo de rebeldia. Numa cidade em que predominavam os modismos impostos pela mídia nacional; contra todas as tendências culturais de uma cidade ainda provinciana como Belém, surgia o embrião da primeira banda de heavy metal do Brasil: Stress.
No início, ainda sem nome definitivo, era chamada de Pingo D'água devido ao formato do bumbo da antiga bateria "Pingüim", o repertório era composto por covers de bandas como: Rolling Stones, Nazareth, Sweet, Led Zeppelin, E. L. and Palmer, Black Sabbath, Deep Purple e outras bandas do gênero. A formação da época já contava com André Chamon (bateria), Leonardo Renda (teclado), Roosevelt Bala (vocal), Wilson Mota (guitarra) e Paulo Lima (baixo), todos na faixa dos 14/15 anos de idade.
As primeiras apresentações aconteceram no ano seguinte, quase sempre em festas de aniversário e festivais escolares, pois tudo não passava de pura diversão. No final de 1976 entrava para a banda o guitarrista Pedro Valente, Wilson assumiu o baixo com a saída de Paulo Lima. Considerado um músico extraordinário, Pedro abriu novos horizontes para o grupo que deixaria de ser uma mera banda de festinhas para se aventurar em vôos solo.
O primeiro show oficial da banda foi em 1977, já então definitivamente batizada como Stress, por sugestão do Pedro. A partir de então a banda começou a conquistar uma legião de fãs e admiradores que até então, não tinham nenhuma alternativa para ouvir aquele tipo de música, a não ser através dos discos que chegavam com atraso de anos (se chegassem) ás lojas de Belém. Os shows da banda se tornaram reuniões memoráveis de "roqueiros", esse era o termo que, este era termo que a partir dai trocavam informações, discos, firmaram amizades que duram até os dias de hoje e passaram a acreditar que era possível o surgimento de um movimento musical forte, como é hoje o rock paraense. Com todo o apoio desse movimento emergente, onde ajudavam na venda de ingressos, afixação de cartazes e faixas, confecção de camisetas, os shows da banda começaram a acontecer em lugares cada vês maiores.
Em 1978 começaram as primeiras composições, com as letras em inglês, com algumas influências de bandas como: Judas Priest, Saxon e Foghat, porém a pedido dos fãs que queriam entender as letras, as músicas que já estavam prontas re-feitas em português, e as demais composições seriam em português originalmente.
Em 1979 os membros do Stress entram para a faculdade e os shows ficam menos freqüentes, porém cada vez mais bem produzidos e em grandes locais. A essa altura, em Belém, o movimento já contava com algumas bandas tentando seu espaço, inspirados no Stress, viram que era possível fazer um som de qualidade, mesmo numa região do planeta onde a tradição musical era fortemente dominada pela música regional.
Em 1982 Roosevelt Bala assumiria o baixo com a saída de Wilson Mota por motivos profissionais e com o final da faculdade para alguns, se achou que seria hora de definir o futuro, pois Belém já estava muito pequena para o Stress. Em agosto desse ano, numa decisão arrojada, o grupo reuniu todas as economias e se aventurou para o Rio de Janeiro a fim de gravar o primeiro disco, naquela época os custos eram astronômicos para se fazer uma produção independente e ainda havia os custos de viagem. Em dois dias de gravação (16 horas) num modesto estúdio chamado Sonoviso, em 8 canais, seria então gravado o primeiro disco do Stress, que viria a ser um marco na história do rock brasileiro e até internacional. Com músicas rápidas e pesadas, com letras inteligentes e de grande conteúdo, em português, "Stress" colocaria definitivamente o nome da banda na lista das mais cultuadas no Brasil. Apesar da baixa qualidade  de gravação, pois ninguém tinha "know-how" para gravar Heavy no Brasil até então, a repercussão do feito foi estrondosa. Recebido de braços abertos por toda a imprensa de Belém, as músicas do disco eram presença certa no Hit-Parade das rádios da cidade.
O lançamento do disco foi uma festa memorável, cerca de 20.000 pessoas no estádio do Payssandu compareceram para testemunhar esse feito histórico para uma banda paraense. O disco logo viraria raridade, pois somente 1.000 cópias foram feitas. Uma delas chegou às mãos de um produtor da Rádio Fluminense no Rio, a Rádio Rock Brasil "A Maldita". A música "Oráculo do Judas" entrou na programação da Rádio tornando assim o Stress conhecido dos cariocas, ao mesmo tempo Fanzines de todo o Brasil denunciavam o surgimento da primeira banda nacional de Heavy Metal.
Em 1983 começava a explodir no Brasil o movimento "Rock Brasil", que começou no circo voador (Rio) com a produtora Maria Juçá, onde bandas de todo o país disputavam uma oportunidade para tocar. Quando ouviu o disco do Stress Maria Juçá ficou impressionada com o trabalho e resolveu lançar a banda em um evento que ocorria toda sexta-feira, esse show marcaria a estréia do guitarrista Paulo Gui, que de lá pra cá substituiria Pedro Valente que mudou-se para a França. Paulo, que antes de se tornar guitarrista e tocar com a banda paraense "Apocalipse" (outro marco do Heavy Metal no Pará), era admirador e freqüentador assíduo dos shows do Stress (desde o 1º em 1977 no Teatro São Cristóvão). Após este evento a produtora resolveu lançar a 1a noite de Heavy Metal do Circo Voador onde tocariam na abertura as bandas Água Brava, Dorsal Atlântica (que ainda era uma banda cover), além de um vídeo inédito do Iron Maiden, esse show foi recorde de bilheteria do Circo Voador, com direito a quebra de instrumentos, a la The Who, e invasão de palco por parte do público ao final do show.
A partir de então os convites para shows no Rio tornaram-se freqüentes o que levou a banda a mudar-se para lá, no início de 1985. Nesse mesmo ano a Stress assinou com a gravadora Polygram para gravar o segundo disco "Flor Atômica". Paulo Gui não pode viajar, então Alex Magnun assumiu a guitarra, que por sua vez trouxe o baixista J. Bosco, ambos de uma banda de Niterói chamada Metal Pesado. O disco lançou o grupo nacionalmente, pois a distribuição abrangeria o Brasil todo, revistas de repercussão nacional estampavam o grande feito da banda paraense.
O momento para o Rock Nacional era ótimo, bandas de todo o Brasil começavam a despontar na mídia. O Stress começava a tocar em várias cidades do eixo Rio, São Paulo e Minas Gerais. Num certo momento as gravadoras talvez sugestionadas pelas FM's, resolveram dar preferência para as bandas que faziam "Rock" com guitarras sem distorção. Por não se curvar a tais exigências e principalmente em respeito ao seu público e aos ideais que alimentavam o orgulho de ser paraense, pioneiro e "roqueiro" de verdade, o Stress resolveu não mudar o seu estilo e com isso ficou à margem do mercado fonográfico. A banda continuou fazendo shows, mas não conseguiu gravar um outro disco, então em meados de 1987 resolveu parar e esperar uma reviravolta naquele quadro adverso para o rock mais pesado.
Os anos passaram e quase nada mudou e em 1995, André, Roosevelt e Paulo se reuniram em Belém e gravaram um CD experimental intitulado "Stress III" com músicas inéditas, com um tiragem de 500 cópias. Houve shows de lançamento em Belém e no Rio, de lá pra cá a banda faz um show por ano em Belém sempre com casa cheia, para atender ao público que continua fiel e sobretudo dar uma mostra para as novas gerações de músicos de que é possível ser feliz e se realizar com seu trabalho mesmo contra tudo e todos, pois a primeira banda de Heavy do Brasil e da América Latina, considerada como primeira de Trash Metal do mundo, quem diria, é de Belém do Pará.
"Hoje quando eles se reúnem para shows, a magia surge de tal forma que o tempo torna-se apenas um detalhe e o sonho renasce."




O rock e o heavy metal no Brasil

Hoje, o heavy metal é conhecido em todo o Brasil. Clips são exibidos diariamente nas TVs a cabo, o som pesado é transmitido sem discriminação através das ondas de rádio, as revistas abrem espaço para os novos lançamentos, as grandes bandas internacionais incluem nosso país em suas turnês para bater recordes de público, e a Internet mantém os fãs informados em tempo real, não deixando que novidade alguma fique em segredo.

Mas nem sem sempre foi assim. Houve um tempo em que nada disso existia.

Desde a gravação de Ronda das Horas, versão de Rock Around the Clock de Bill Haley & His Comets, cantada por Nora Ney em 1955, o rock passou a fazer parte do nosso cotidiano.

Esteve presente nos movimentos culturais da década de 1960, como a “Jovem Guarda”, que se inspirava nos The Beatles e The Rolling Stones, e a “Tropicália”, de cunho nacionalista e forte apelo ideológico.

Acompanhou as manifestações da contracultura, fazendo artistas como Raul Seixas sonharem com uma Sociedade Alternativa.

Foi a estrela do Festival de Woodstock, que, no auge da era hippie, serviu de palco para as performances de Janis Joplin e Jimi Hendrix, cujo experimentalismo psicodélico influenciou o trabalho de bandas como “Os Mutantes”.

E assim termina a década de 1960, período marcado pela diversidade cultural, onde o rock cresceu, se multiplicou e assumiu várias formas, subdividindo-se em diferentes estilos.

Mas a cena não estava completa. Nos anos seguintes, outros jovens com espírito crítico e contestador, não viveriam as experiências daquela geração, tendo delas conhecimento somente através de filmes e documentários, o que lhes dava a impressão de passado. Para eles, faltava alguma coisa que se identificasse com o seu temperamento e jeito de ser. Algo de novo estaria por vir.

Em 1974, quando o Brasil ainda vivia na ditadura militar, muitos jovens que acabavam de sair da puberdade eram criados em um ambiente conservador. Alguns deles sentiam-se reprimidos no dia-a-dia e buscavam um tipo de rock que os estimulasse e servisse de trilha sonora para expressarem sua revolta.

Os lançamentos dos discos de estréia de bandas como “Casa das Máquinas”, “O Terço”, “A Barca do Sol”, e do primeiro disco da Rita Lee com a “Tutti Frutti” indicavam a tendência para o rock and roll, o hard rock e o rock progressivo.

No panorama internacional, o que havia de mais pesado era o "heavy rock" tocado por grupos como “Led Zeppelin”, Deep Purple” e “Black Sabbath”. O “Kiss” tinha acabado de lançar o seu primeiro disco.

Bandas como “Motörhead”, “Saxon” e “Iron Maiden” nem existiam. O próprio termo “metal” ainda não havia sido associado ao heavy para designar o estilo musical. É como se estivéssemos no espaço. Sem força da gravidade. Sem peso.

História

Surgimento da banda

Tudo começou na cidade de Belém, capital do Estado do Pará, fundada no início do século XVII ao redor do Forte do Castelo, construído para defender a Região Norte do Brasil da invasão estrangeira. Situada na região amazônica, Belém sempre foi conhecida pelas suas frutas regionais, comidas indígenas, pela procissão do Círio de Nazaré e pela sua música tradicional: o Carimbó.

No início dos anos 1970, em Belém, havia pouca coisa para um roqueiro adolescente fazer nos fins de semana. As novidades do rock internacional chegavam no Brasil com um certo atraso. O acesso aos novos lançamentos em disco era um privilégio de poucos, e estes tinham dificuldade para se encontrar. Quando sabiam que havia mais alguém que gostava destas bandas, logo procuravam conhecê-lo para partilhar o prazer de ouvir e sentir a energia daquele som: alto, forte e contagiante, mas estranho para a maioria das pessoas.

Foi nesse clima que, em outubro de 1974, André Chamon foi convidado pelo paraense Wilson Silva e pelo carioca Pedro Lobão para formar uma banda de rock. Aceitaram o convite e chamou seu amigo de infância, Leonardo Renda, para participar do projeto. Leonardo ofereceu a garagem de sua casa para os primeiros ensaios, cada um escolheu o seu instrumento e todos juntos aprenderam a tocar. Wilson e Pedro se revezavam na guitarra e baixo, o Leonardo resolveu tocar teclados e o André bateria. O bumbo da bateria era torto, parecia um pingo, e por este motivo o primeiro nome da banda foi “Pinngo D'água” - com dois ênes para ser diferente. Antes do final do ano, Pedro voltou para o Rio de Janeiro e Paulo Lima assumiu o baixo. Tiveram, ainda, um guitarrista chamado Adonay, que o pai proibiu de tocar.

Em 1975, Wilson ouviu Roosevelt Bala cantar uma música do “Led Zeppelin” na escola, e o convidou para ser o vocalista da banda. A partir daí, começaram a se apresentar em festinhas de adolescentes, onde o seu som pesado causava surpresa e um certo constrangimento no público, mais chegado a “Bee Gees”, “Donna Summer”, “Barry White” e demais ídolos da música disco. Foi uma época de muita diversão, o que contribuiu para criar um forte vínculo de amizade entre os membros da banda. Em 1977, com a entrada do guitarrista Pedro Valente, a banda passou a se chamar "Stress," e fez seu primeiro show com este nome em um tradicional teatro da cidade, chamado “São Cristóvão”.

Primeiras composições

Em 1978, a Stress começou a compor suas próprias músicas. A primeira delas foi “Stressencefalodrama”. Nesta época, enquanto as bandas brasileiras continuavam a seguir a trilha do rock and roll e do rock progressivo, a Stress forjava o seu estilo rápido e pesado. Paralelamente, um certo movimento de bandas inglesas começava a tomar corpo e era batizado de “New Wave of British Heavy Metal” (Nova Onda do Heavy Metal Britânico), no qual despontavam nomes como “Judas Priest”, “Saxon”, “Motörhead” e “Iron Maiden”, praticamente desconhecidas pelo público brasileiro. As composições da Stress continham a mesma dose de peso e fúria dos bretões, porém com um estilo original e único.

Como não havia liberdade de expressão no Brasil dos anos 1970, todas as letras de André Chamon eram censuradas, mas ele sempre encontrava um jeito de substituir as palavras que eram consideradas subversivas, por outras com a mesma pronúncia. Por exemplo: na letra de “O Lixo”, a expressão “Lixo Humano” foi vetada porque, segundo os censores, denegria a imagem do ser humano. Bastou que ele retirasse duas letras, para que se transformasse em “Lixo mano” e fosse liberada. A música “O Oráculo do Judas”, que originalmente chamava-se “Corpus Christi”, também teve que ser modificada.

Em junho de 1979, o show “Uma Noite na Floresta” marcou a despedida do baixista Wilson Silva da Stress, que passou a contar com a participação de Carlos Reimão. Já bastante conhecida, a banda realiza vários shows com grande sucesso em Belém.

Em novembro de 1980, com o show “Stressencefalodrama”, a Stress bate o recorde de público no Teatro Waldemar Henrique com três shows “sold out”.

No ano seguinte, em novembro de 1981, apresenta o show "Flor Atômica" no maior ginásio de esportes da cidade (o da Escola Superior de Educação Física) e um show ao ar livre em uma das principais avenidas de Belém (a Av. Doca de Souza Franco) ambos prestigiados por milhares de pessoas.

Em junho de 1982, nas vésperas de um show no Ginásio de Esportes da Universidade Federal do Pará, o baixista Reimão abandona a Stress, e o vocalista Bala resolve assumir definitivamente o

O primeiro álbum: Stress

Motivados pelo grande sucesso alcançado em sua cidade natal, os integrantes da Stress viajam para o Rio de Janeiro, e hospedam-se em um único quarto de uma pequena pensão no bairro do Catete, para gravar o seu primeiro álbum, de maneira independente, no menor espaço de tempo possível, pois as despesas, ao contrário do que previram, aumentavam a cada dia. Foi assim que, nos dias 3 e 4 de agosto de 1982, em apenas 16 horas, numa mesa de 8 canais, no Estúdio Sonoviso, a Stress grava aquele que seria o primeiro LP de heavy metal de uma banda brasileira. Mas foi necessária uma grande luta para registrar o peso em vinil. O técnico de som quase colocou tudo a perder. Queria a todo custo deixar o som limpo. Chegou a tentar enganar a banda, dizendo que não era necessário pedal de distorção, pois esta seria acrescentada na mixagem. Apesar dos poucos recursos existentes e da falta de preparo dos técnicos de estúdio no Brasil, que desconheciam este tipo de som, a Stress consegue impor o seu estilo.

Após a gravação, ainda em 1982, a Stress volta a Belém e monta uma superprodução para o lançamento do disco. O show acontece no "Estádio da Curuzu" (estádio do clube Paysandu) em novembro de 1982, onde tocam para o seu maior público, estimado em 20.000 pessoas.

No início de 1983, Pedro viaja para França, sendo substituído pelo guitarrista Paulo Gui. André retorna ao Rio de Janeiro, onde faz a divulgação do disco na Rádio Fluminense FM, que anuncia a Stress como “A banda de rock mais pesada do Brasil”, e executa a música “O Oráculo do Judas” e outras em sua programação.

Em abril de 1983, a Stress realiza o seu primeiro concerto no Rio de Janeiro, na casa de espetáculos Circo Voador. Ao chegarem ao local do show, os membros da Stress tiveram uma grande surpresa: a casa estava lotada e foram recebidos pelos fãs como se estivessem “estourados” na mídia. Não sabiam que a música “O Oráculo do Judas” havia entrado na programação da rádio Fluminense, e realmente não esperavam tal receptividade. Após a apresentação, o público invade o palco para pedir autógrafos, surpreendendo os produtores, que jamais haviam visto reação igual em qualquer outro show realizado naquele local. Em depoimento na época, André disse acreditar que o sucesso da Stress se devia ao fato de que seus membros faziam no palco aquilo que gostariam de assistir, e se identificavam com o seu público, porque viviam e sentiam como ele.

Alguns meses depois, a Stress voltaria a se apresentar no Circo Voador, desta vez sem o tecladista Leonardo Renda e, agora, com a entrada do guitarrista Serginho Barbosa no lugar do Paulo Gui.

A repercussão no rock/heavy brasileiro

Era um tempo de mudanças: várias outras bandas de rock começavam a aparecer no cenário nacional, quebrando o monopólio da MPB, que durante anos dominara o mercado fonográfico. Muitas dessas bandas, que dividiam os palcos com a Stress, viriam a encabeçar o movimento que ficou conhecido como “Rock Brasil”. Foi neste início dos anos 1980 que as grandes gravadoras começaram a se interessar por este movimento, e passaram a procurar algumas daquelas bandas, contratando de início as mais comerciais, como “Barão Vermelho”, “Blitz” e “Ultraje a Rigor”.

Embora, no início, alguns jornais e revistas tivessem incluído a Stress no movimento “Rock Brasil”, esta banda sempre se recusou a tornar o seu som mais comercial e acessível para os padrões daquela época, em que as rádios populares não tocavam rock pesado. Mesmo lotando todos os locais onde se apresentavam, as guitarras distorcidas e o ritmo acelerado da Stress impediam o seu acesso ao grande público.

Finalmente, com o anúncio do “Rock in Rio”, que seria realizado em janeiro de 1985, e a divulgação das bandas de heavy metal estrangeiras que participariam deste festival, a grande mídia abriu pela primeira vez espaço para este estilo.

O segundo álbum: Flor Atômica

Animados com a divulgação inédita que o metal havia conseguido, o baterista André Chamon e o vocalista Roosevelt Bala resolveram se mudar definitivamente para o Rio de Janeiro, em busca de novas oportunidades para a Stress. Estavam no lugar certo e na hora certa, e surgiu a chance de lançar o seu segundo disco através de uma grande gravadora. Chamaram o tecladista Leonardo Renda e o guitarrista Paulo Gui, que estavam em Belém, mas estes não puderam viajar para o Rio. Lembraram-se do guitarrista Alex Magnum e do baixista Bosco, que haviam visto tocar em uma banda de Niterói, chamada Metal Pesado, e os convidaram para a gravação.

E foi assim que, em meio a lançamentos de discos de bandas new wave, estilo de música pop americana que era o modismo da época no Brasil, a Stress lançou, em 1985, o seu segundo LP: Flor Atômica através de uma gravadora multinacional, a PolyGram.

A repercussão na mídia

Com isto, a Stress ganhou espaço em jornais e revistas do Brasil inteiro, como O Globo, Jornal do Brasil, Revista de Domingo, O Dia, Última Hora, Tribuna de Minas, O Liberal, A Província do Pará, Isto É, Amiga, Veja, Som Três, Ele e Ela, Bizz, Roll, Rock Stars, Metal, Enciclopédia do Rock, Mixtura Moderna, Bizzu, Pipoca Moderna, Dicionário do Rock, entre outros.

O disco “Flor Atômica” foi muito bem recebido pela crítica, que se referia à Stress e ao seu trabalho da seguinte forma: “A mais tradicional banda de heavy metal brasileira”, “Um trabalho histórico dentro do mercado”, “Primordial nome do metal brasileiro”; “Fez história no heavy nacional; “Uma banda extremamente competente”.

Na televisão, a Stress se apresentou em vários programas.

Na TV Manchete: “Som Maior”.

Ainda na TV Manchete: “Clube da Criança”, com a apresentadora Xuxa no início da sua carreira. Na TV Bandeirantes: “Série Nossa Amazônia”, “Programa Alberto Brizola” e “Fórmula Única”. Na TV Record: “BB Vídeo”.

A Stress também foi convidada pela Tv Globo para defender uma música chamada “Os Jovens Não Devem Morrer” no “Festival dos Festivais”, e seus membros viajaram para Recife para participar da primeira etapa a ser realizada no dia 27 de julho de 1985. O arranjador oficial do festival, César Camargo Mariano, gostou tanto do trabalho da Stress que deu carta branca para que a banda fizesse o seu próprio arranjo. Após já haverem ensaiado a música e a movimentação de palco, o autor da música começou a criar problemas e a tentar interferir no arranjo da STRESS, dizendo que havia ficado muito pesado.

Não concordando em aliviar o seu som, a Stress acabou deixando de participar deste festival, rasgando a chance de mostrar o seu trabalho para o grande público.

Foi também em 1985 que a TVE do Rio de Janeiro produziu o primeiro "videoclipe" da Stress, com a canção "Flor Atômica". Este trabalho foi veiculado no programa "Fantasia", em uma época em que o formato de "clips" ainda era novidade e não era divulgado como nos dias de hoje.

A fidelidade ao heavy metal

Apesar de não ter atingido o índice de vendas esperado pela gravadora, a Stress liderou um movimento underground heavy no Rio de Janeiro, cujo templo era um lugar obscuro chamado Caverna, situado ao lado da maior casa de espetáculos da cidade na época: o Canecão. Nas matinês do Caverna, a Stress dava oportunidade para as bandas iniciantes fazerem a abertura dos seus shows. Entre estas bandas, estava uma formada por garotos mineiros que se declaravam fãs da Stress e tinha um nome muito estranho: Sepultura.

Apesar do movimento heavy carioca, as gravadoras continuavam investindo somente nas bandas mais comerciais. A Stress chegou a receber propostas para amenizar o seu som e tornar-se mais uma entre as bandas que emplacavam seus hits pops no play list padronizado das rádios.

Mas a Stress sempre foi muito fiel ao seu público e, por uma questão de princípios, se recusou a mudar seu estilo. E como os grandes mártires, sofreu as conseqüências da sua bravura, perdendo o contrato com a gravadora.

Sem espaço no Brasil, as outras bandas heavy, que compunham suas letras em inglês, passaram a lançar seus discos através de selos estrangeiros. Recusando-se mais uma vez a modificar o seu trabalho, a Stress decidiu manter suas letras em português, e com isto perdeu o apoio dentro e fora do seu país, ficando isolada entre os dois movimentos.

Em 1986, no meio da crise, o guitarrista Alex e o baixista Bosco resolvem deixar a Stress, que anuncia abertas as vagas para substituí-los. Depois de vários testes, escolhem o guitarrista Christian, filho de um americano com uma brasileira, e o baixista Rick, com quem fazem alguns shows. Christian e Rick brigam entre si, e o Rick sai da banda. Bala reassume o baixo, e junto com André e Christian gravam uma fita demo no estúdio do Carlinhos, ex-guitarrista da banda Ultraje a Rigor, em São Paulo.

A STRESS participa do Festival de Juiz de Fora, e continua fazendo shows em outras cidades, até que o Christian, que também era cidadão norte-americano, vai morar de vez nos E.U.A.

Christian ainda tenta convencer os outros membros da banda a se mudarem para a terra do tio Sam, mas estes decidem continuar no Brasil.

Depois de mais este duro golpe, a Stress ainda tenta se manter na estrada com o guitarrista Alex Schio e o baixista Alex Bressan, de Juiz de Fora, mas estes não ficariam por muito tempo na banda.

A suspensão das atividades

Bala e André, que haviam literalmente mudado suas vidas por amor ao heavy, saindo da sua cidade, deixando emprego e diploma para trás, e afastando-se das suas famílias, não viam mais luz alguma no fim do túnel e, em 1987, resolvem dar um tempo e esperar o momento propício para retornar.

Mas que momento seria este? Os acontecimentos seguintes pareciam afastar cada vez mais a Stress do seu objetivo. Desde 1986, o rock havia sido abalado pelo surgimento da Axé Music, e a partir dela, por uma sucessão de modismos, que durante quase dez anos invadiram a mídia, que não se cansava de dizer que o rock havia morrido.

E assim foi, até que, em 1994, a indústria fonográfica resolveu apostar em bandas regionais como os Raimundos e Chico Science & Nação Zumbi, que misturavam rock com música do nordeste.

O retorno e o terceiro álbum: Stress III

Pensando haver chegado a hora, o vocalista Roosevelt Bala, o guitarrista Paulo Gui e o baterista André Chamon se reúnem novamente para compor novas músicas e, em 1996, a STRESS lança o seu terceiro disco em CD, “Stress III”, com produção independente. Mas a banda não tinha o sotaque nordestino nem a miscigenação rítmica desejada pelo mercado, o que fez este trabalho passar praticamente despercebido.

Vinte anos de heavy metal: o reconhecimento

Finalmente, em 2001, quando já quase não havia mais esperanças de um possível retorno, o Stress recebeu um convite do selo “Dies Irae” para fazer o relançamento em CD e vinil do seu primeiro disco, em comemoração aos 20 anos de heavy metal no Brasil. A produção só foi concluída em 2003, e o disco foi relançado com distribuição internacional.

Como consequência, em maio de 2003, o disco recebeu elogios rasgados na coluna "in scheiben" publicada na revista alemã "Rock Hard", uma das mais importantes publicações do mundo no gênero. Nesta revista, o crítico Boris Kaiser deu ao disco nota 8, qualificando-o como uma magnífica descoberta, um produto hiper-raro, que deve ser adquirido por todos os amantes da “New Wave of Britsh Heavy Metal” (a nova onda do heavy metal britânico), e do US-Metal (o metal americano). No seu comentário, o crítico alemão acrescenta um ponto de exclamação (!) ao dizer que a STRESS veio da Amazônia, e dois (!!) quando informa que o disco foi lançado em 1982.

Paralelamente, a importância da Stress é reconhecida em sua terra natal, e a banda é homenageada pelo Governo do Estado do Pará, que a inclui em seu calendário oficial.

Motivada pelo reconhecimento internacional do seu trabalho, a Stress fez um show histórico, no dia 13 de maio de 2005, na cidade de Belém, onde tudo começou. Este show, que marcou o retorno da banda, foi gravado pela Tv Cultura do Pará, para a produção do seu primeiro DVD. Com Participação especial do Wesley de Planaltina GO.

Os dias de hoje e o lançamento do DVD

A notícia do retorno da Stress se espalha rapidamente através da mídia. Na imprensa, ainda no mês de maio, a revista “Valhalla” inclui a Stress entre as dez bandas fundamentais do metal nacional. Em julho, a revista “Rock Brigade” dedica uma página para anunciar o retorno da Stress. Em setembro, a Stress dá uma entrevista ao programa “Stay Heavy” na All Tv, a primeira Tv via internet do Brasil. Em outubro, a revista “Roadie Crew” publica a cobertura do show da Stress em São Paulo, e em novembro dedica quatro páginas para contar a história da banda. Na televisão, no dia 12 de julho de 2005, o “Jornal Hoje” da Tv Globo mostra cenas do show de Belém, enfatizando o fato de a Stress ser a primeira banda de heavy metal do Brasil, e estar influenciando novas bandas.

Em 2007, a Stress lança um DVD com o show que marcou o seu retorno em 2005, incluindo making off, discografia e um documentário que conta toda a sua história.
Formação Atual


  • Roosevelt "Bala" Cavalcante - baixo, vocal
  • Paulo Gui - guitarra
  • André Lopes Chamon - bateria
  • Fonte:www.stress.mus.br
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ÚNICA APRESENTAÇÃO DAS DUAS BANDAS JUNTAS NO PARÁ! Data: 02/11 (SEXTA - FERIADO). Horário: 18h. Ingressos antecipados: $15 (nos postos de venda). Ingressos na hora: $20 (Na porta). Local: Gato Verde Rock Bar - Terceira rua com Tv. Berredos, Icoaraci, Belém/PA. Bandas: + HUTT (SP). + TEST (SP). + BAIXO CALÃO. + DERCI GONÇALVES. + VJÖLENZA. GRAVAÇÃO DO DVD DO GRINDERAGI. LANÇAMENTO DA 2ª EDIÇÃO DO ZINE NINHO DE RATO. EXIBIÇÃO DE VIDEOCLIPES (Hardcore/Punk/Metal). EXPOSIÇÃO DE STREET ART (Lambz, Biglambz, stickers). VENDA DE MATERIAL INDEPENDENTE. VENDA DE RANGO VEGAN. APOIO: VegCasa. Cappolara Records. Galáxia de Damehexe. Closed. 4:20 Distro. MStudio. Blog Metal Pará. Postos de Vendas de ingressos antecipados a 15 pilas: + Distro Rock Store - Rua dos 48, 42, Loja 12 (funcionamento das 10 às 19h). +163 Tatto Studio - AV. SN3, Box 4, entre WE28 e WE29, em frente a um curso de Inglês, Cidade Nova (funcionamento das 10 às 19h).

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ATENÇÃO BELÉM DO PARÁ!!!!!!!!!! INGRESSOS NA MÃO POIS O DIA HISTÓRICO ESTÁ CHEGAAAAAAAAAAAAAAAAANDO!!!!!!! FALTAM SOMENTE 03 DIAS PARA A LENDA DO HEAVY METAL BRASILEIRO DESEMBARCAR NA CIDADE DAS MANGUEIRAS!!!!!!!

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Rock in Rio

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Rock in Rio 
 É um festival de música idealizado pelo empresário brasileiro Roberto Medina e realizado pela primeira vez em 1985. Originalmente organizado no Rio de Janeiro, de onde vem o nome, tornou-se um evento de repercussão mundial e, em 2004, teve a sua primeira edição internacional em Lisboa, Portugal.

Ao longo da sua história, o Rock in Rio teve nove edições, três no Brasil, quatro em Portugal e duas na Espanha. Em 2008, foi realizado pela primeira vez em dois locais diferentes, Lisboa e Madrid.

A próxima edição do festival será realizada nos dias 23, 24, 25, 29, 30 de Setembro e 01 e 2 de outubro de 2011, no Parque Olímpico Cidade do Rock, no Rio de Janeiro.

O Rock in Rio foi realizado pela primeira vez na cidade do Rio de Janeiro, Brasil entre 11 e 20 de janeiro de 1985 em área especialmente construída para receber o evento. O local, um terreno de 250 mil metros quadrados que fica próximo ao Rio Centro, em Jacarepaguá, ficou conhecido como "Cidade do Rock" e contava com o maior palco do mundo já construído até então: com 5 mil metros quadrados de área, além de dois imensos fast foods, dois shopping centers com 50 lojas, dois centros de atendimento médico e uma grande infra-estrutura para atender a quase 1,5 milhão de pessoas - o equivalente a cinco Woodstocks - que frequentaram o evento.

A grande fama do evento deveu-se ao fato de que, até sua realização, as grandes estrelas da música internacional não costumavam visitar a América do Sul, pelo que o público local tinha ali a primeira oportunidade de ver de perto os ídolos do rock e do pop internacionais. Roberto Medina realizaria feito semelhante ao trazer o ex-Beatle Paul McCartney ao Rio de Janeiro naquela que foi sua primeira aparição na América Latina, no evento que ficou conhecido como "Paul in Rio"(realizado em 1990, no estádio do Maracanã). Logo depois do fim do Rock In Rio, a "Cidade do Rock" foi demolida por ordem do então governador do Rio de Janeiro, Leonel Brizola. A organização do festival pediu ocupação provisória do terreno, com o intuito de manter a sua posse, após o fim do evento, caracterizando invasão de propriedade pública. No entanto, Brizola decretou sua demolição para efetuar a reintegração de posse do terreno patrimônio do município do Rio de Janeiro.

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segunda-feira, 22 de novembro de 2010


Dedico um espaço todo especial para falar e lembrar da maior e melhor banda de rock do brasil de todos os tempos. Uma banda que mesmo depois de extinta, continua conquistando aos mais variados tipos e embalando os sonhos dos eternos revoltados sonhadores, Nós!

Meninos e meninas, com vocês:

Legião Urbana

No início da história da banda Legião Urbana, bem no começo, estava o punk. Como nenhum começo é absoluto (o que existia antes do começo?), o punk era um princípio, digamos assim, arbitrário. Outros começos poderiam ser válidos: não seria absurdo citar as "Sun Sessions" de Elvis ou os gritos de "Love Me" dos Beatles como pontos de partida "alternativos". Mas foi o do-it-yourself, que está na base estética/política do punk, que motivou o aparecimento de um "movimento" de rock em Brasília no final dos anos 70, do qual saiu o banda Legião Urbana.

Ser punk em Brasília não era exatamente um ato de rebeldia. Impossível ser apenas rebelde quando se conhece, de cor e salteado (como os punks brasileiros conheciam), a história dos Sex Pistols. A rebeldia já tinha sido desmistificada como mais uma estratégia de marketing necessária para o bom funcionamento da Industria Cultural. Malcom McLaren apenas tornou evidentes os mecanismos de produção de ídolos rebeldes. Depois dos Sex Pistols, a rebeldia sem causa não deveria ter nenhum futuro. O que restava era a desilusão, e a possibilidade de ti- rar proveito de uma sociedade que precisa de ilusão (incluindo ídolos rebeldes) para sobreviver.

O "no future" dos punks acabou se mostrando cheio de consequências e de diferentes futuros. A cena pop internacional passou a funcionar na base de estilhaços de novos "movimentos" (muitos deles, seguindo o exemplo da turma dos Sex Pistols, apenas produtos de releituras ou revivals de momentos anteriores da história do rock), todos com direito aos seus 15 minutos de fama e hits. No primeiro dia de 1985, data em que a Legião Urbana lançou seu primeiro disco, o punk já era uma lembrança remota, o "New Wave" já havia se tornado um passado comprometedor, Ian Curtis já tinha se suicidado há quase 5 anos e o "Hardcore" já se cansava da tentativa desesperada de levar a rebeldia do punk a sério. A música da Legião Urbana só podia refletir esse fragmentado estado criativo, onde não existe mais qualquer cartilha a ser seguida e onde toda nova banda está condenada a reinventar, seguindo o exemplo dos Sex Pistols, sua própria história do pop.

"Será", a primeira canção do primeiro disco da Legião Urbana começa com os seguintes versos: "Tire suas mãos de mim / Eu não pertenço a você". Parecia uma declaração de princípios punks, autoritária e arrogante, onde o grito de independência pressupõe o corte de todos os laços (afetivos, de qualquer tipo de pertencimento) com o mundo ao redor e com as pessoas que vivem nesse mundo. Mas "Será" não é, nem de longe, uma re-edi ção irônica de "Sub-Mission" dos Sex Pistols. "Será" é o início do diálogo (com um "você" ambíguo, em constante metamorfose, que re-aparecerá em inúmeras outras músicas da Legião Urbana) e a primeira tentativa de construção de um outro mundo regído por princípios éticos pós-punks, que levem em conta (e ao extremo) a ausência de futuro e a descrença radical sobre o que passou.

"Será" é antes de tudo uma canção romântica (não foi por acaso que também fez sucesso na voz de Simone e no rítmo melodramático do pagode-suingue), tão romântico quanto a escrita do mais desesperado poeta romântico alemão, que também vivia o fim de um mundo. O sentimento predominante em "Será", e nas demais faixas do primeiro disco da Legião Urbana, não é a revolta, mas sim o desamparo ("Quem é que vai nos proteger?") e a necessidade urgente de criação de uma nova comunidade, sem depender de ninguém, já que ninguém nos protege.

Essa proposta (assim mesmo desesperada e desamparada) utópica da Legião já foi interpretada/acusada de messianismo. Pode ser o caso, mas trata- se certamente de um messianismo paradoxal ou radical (mesmo em seus momentos mais cristãos), um messianismo que não transmite a "boa pala- vra", mas sim o eterno retorno do "no future" como a nova ética, uma ética sempre descrente de seus princípios, da possibilidade de melhorar o mundo, ou da existência de alguma solução para qualquer problema. Solução? Em "Teorema" a própria idéia de solução é colocada de forma suspensa: "Não sabemos se isso é problema / Ou se é a solução". Tudo é (repito: por princípio) motivo para dúvida: "Se eu soubesse lhe dizer qual é a sua tribo / Também saberia qual é a minha" (Petróleo do Futuro); "Vivemos num planeta perdido como nós / Quem sabe ainda estamos a salvo" (Perdido no Espaço); "Qual é a diferença?" (Baader-Meinhof Blues); "Quem é o inimigo?" (Soldados); "Eu não sei mais o que / Eu sinto por você" (Ainda é Cedo).

O estar perdido (em qualquer espaço, e não apenas no Brasil), à deriva, também se reflete numa errância por vários estilos musicais pós-punk. Legião Urbana 1 é quase um álbum colcha-de-retalhos onde convivem vários ecos da fragmentação pós-punk. "A Dança" lembra o funk-punk do Gang of Four, "Ainda É Cedo" tem a melancolia do "Joy Division" e do primeiro "U2". A Legião Urbana gravou até um reggae e um "punk-básico" (mesmo na letra) como "Geração Coca-Cola" (composição do tempo do "Aborto Elétrico", primeiro grupo "punk" de Brasília, primeiro grupo musical de Renato Russo). Não era possível perceber, a partir desse disco de estréia, quais seriam os próximos passos musicais da banda.

Muitos pontos de vista musicais convivem em cada faixa. Muitas vozes conflitantes cantam cada letra. A Legião Urbana inaugura nesse disco todos os procedimentos poéticos que serão desenvolvidos nos próximos lançamentos. Muitas vezes quem canta é um personagem, que pode citar outros personagens. Outras vezes são contadas histórias sem que se saiba quem está no comando da narrativa. Não existe uma visão de mundo privilegiada, não existe ideologia unida, não existe futuro para quem não acredita em futuro.

Mas nada disso fica totalmente claro. Até porque a última canção desse disco coloca tudo, mais uma vez, de forma suspensa, tudo provisório, tudo parece estar aqui apenas "Por Enquanto". Não é só pela predominância dos sintetizadores (e não das guitarras elétricas, como nas outras músicas) que "Por Enquanto" é, de certa forma, desconsertante. O disco termina com uma declaração no mínimo inesperada: "Estamos indo de volta pra casa". Algo aconteceu entre o "tire as suas mãos de mim" e o "estamos indo de volta pra casa". Então existe uma casa, um local de repouso, uma utopia tranquila? Que casa é essa, onde ela fica, quem está indo de volta? Esta casa é o "nosso" futuro? Respostas nos próximos discos? Haverá próximos discos se encontrarmos a casa?

"Dois", o segundo disco da Legião Urbana, lançado em julho de 1986, não traz respostas óbvias. E as perguntas são "complexificadas". O disco começa com uma colagem sonora onde se escuta, em meio a outros ruídos e outras músicas, o seguinte trecho de "Será": "Brigar pra quê / Se é sem querer". Mas parece que alguma coisa mudou, porque as perguntas (e talvez a ausência de respostas e de um local de repouso no final da errância) não incomodam tanto, porque foi descoberta uma maneira de se conviver — pacificamente — com a perplexidade: "Ainda estou confuso / Só que agora é diferente / Estou tão tranquilo / E tão contente" ("Quase Sem Querer"). Parece que foi encontrado um antídoto contra a maldade e o erro, quase como se a resposta procurada fosse a resignação: "Nada mais vai me ferir / É que eu já me acostumei / Com a estrada errada que segui / E com a minha própria lei" (Andrea Doria).

Mas a resignação não é tudo. Em "Dois" torna-se mais clara uma outra faceta inesperada, principalmente levando em consideração sua origem punk: uma "vontade" de religião e piedade. Em Baader-Meinhof Blues, no primeiro disco, já aparece um vestígio de sentimento cristão; critica-se uma sociedade para a qual "amar ao próximo é tão demodé". Mas em "Dois" o que estava submerso em metáforas e ironias vem à tona; sua primeira faixa, logo a mais "explicitamente" sexual, tem um título bíblico: Daniel na Cova dos Leões. Em "Fábrica", logo a mais punk (coloca-se de lado a indignação de "Metrópole") e a Legião canta: "Nosso dia vai chegar" e "Quero justiça".

Fonte:musicblog.com.br

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Paralamas
do Sucesso

O Paralamas do Sucesso foi uma das poucas bandas da década de 80, que apesar de não ter surgido em Brasília como 90% dos grupos dessa época, tornou-se uma das mais importantes do Brasil. Porém, a cidade satélite teve sim sua importância, afinal, Bi e Herbert moraram um tempo por lá.

Conheceram-se no Rio de Janeiro em 1981 e, junto com Vital Dias, começaram a ensaiar. Quando finalmente haviam conseguido uma apresentação num festival universitário, o baterista Vital não compareceu. Preocupados com essa situação, os outros dois integrantes saíram atrás de um substituto e foram apresentados a João Barone por um amigo em comum. Barone tocou com eles nesse dia, e nunca mais o trio se separou.

Após mais alguns shows, cruzaram com Maurício Valladeres, que gostou do grupo e levou uma fita demo para a Rádio Fluminense. A música Vital e Sua Moto tornou-se uma das mais pedidas da rádio e eles assinaram com a EMI-Odeon.

O álbum de estréia, Cinema Mudo, chegou em 1983, e já trazia dois clássicos: Química e Cinema Mudo. A repercussão foi muito positiva e o próximo trabalho foi lançado logo no ano seguinte. Intitulado O Passo do Lui, esse segundo disco fez enorme sucesso. Muitas faixas tornaram-se hits, como Óculos, Meu Erro e Ska, e as vendas também subiram. Em 1985, tocaram na primeira edição do Rock in Rio e a essa altura, já eram famosos em todo o país.

O terceiro álbum, Selvagem? consolidou de vez a carreira da banda. As letras estavam mais sérias e as composições mais bem elaboradas. Músicas como A Novidade, Alagados e Melô do Marinheiro, somadas ao sucesso conquistado no Rock in Rio, no ano anterior, fizeram com que Selvagem? vendesse aproximadamente 600 mil cópias.

Esse fenômeno chamou a atenção de outros países. Em 1987, foram convidados para participar do Festival de Montreux, na Suíça, e registraram tudo no álbum D. No mesmo ano a coletânea Paralamas do Sucesso foi editada apenas na Europa.

Em 1988, foi lançado Bora Bora. O álbum não foi tão bem quanto os anteriores, mas mesmo assim O Beco, Uns Dias e Quase um Segundo tocaram exaustivamente nas rádios. Os Paralamas fecharam a década de 80 com Big Bang. Dois grandes clássicos, Lanterna dos Afogados e Perplexo garantiram a boa aceitação do público.

O primeiro trabalho dos anos 90 foi, na verdade, uma coletânea: Arquivo, que trazia ainda de bônus a inédita Caleidoscópio. O álbum inédito viria em 1991, com o nome de Os Grãos. Apesar da boa produção e dos hits Sábado e Trac-Trac, esse disco não deu muito resultado.

Em 1992, Hebert Vianna lançou o solo Ê Batumaré e somente dois anos depois chegaria o novo dos Paralamas. Intitulado Severino, gravado e mixado na Inglaterra, com o produtor Phil Manzarena, o álbum foi o maior fracasso comercial da carreira do grupo. Os fãs definitivamente não gostavam de complicação e a banda estava cada vez mais intelectual.

Para recuperar o nome e o dinheiro perdido com Severino, lançaram em 1995, Vamo Batê Lata. O álbum era duplo: o disco 1 ao vivo e o disco 2 com quatro faixas inéditas. Todos os grandes hits da carreira da banda estavam no track list, sendo que alguns ganharam uma cara nova quando interpretados ao vivo.

O resultado foi muito melhor que o esperado e Vamo Batê Lata se aproximou de 1 milhão de cópias vendidas. Feitas as pazes com o público, gravaram Nove Luas, em 1996. Com composições simples e despreocupadas, esse álbum foi muito bem nas paradas, para alegria da banda.

Em 1997, em comemoração aos 15 anos de carreira da banda, a gravadora lançou Pólvora, uma caixa com os oito primeiros discos remasterizados no famosíssimo Abbey Road Studios. Ainda no mesmo ano, saiu o segundo solo de Vianna, Santorini Blues.

Com o bom desempenho de Nove Luas, havia uma certa ansiedade em relação ao que viria a seguir. Porém, o trio já havia reencontrado a fórmula mágica e Hey Na Na, de 1998, não decepcionou os fãs. Durante esses dois últimos trabalhos, os Paralamas fizeram diversos clips e faturaram alguns prêmios da MTV. A emissora então convidou a banda para gravar um acústico e eis que, em 1999, o Acústico MTV chegou às lojas. Dessa vez, versões de algumas músicas não muito conhecidas, covers de Chico Science e Legião Urbana, além da participação de alguns convidados, deram a tônica do álbum.

Tudo ia bem, até que uma triste notícia surpreendeu a todos: no dia 4 de fevereiro de 2001, Herbert Vianna sofreu um acidente de ultraleve em Mangaratiba, litoral sul do Rio de Janeiro. Sua mulher, a inglesa Lucy Needhan, de 36 anos, morreu no local e o cantor conseguiu sobreviver, apesar de ter sido internado em estado considerado gravíssimo.

Com o apoio da família e dos companheiros de banda, além da legião de fãs, o músico conseguiu se recuperar de forma surpreendente e, apesar de estar numa cadeira de rodas, continuou sua carreira com o Paralamas, lançando em 2002 o álbum Longo Caminho, mostrando que o título do álbum realmente indicava o futuro da banda.

Uns Dias, gravado ao vivo no Olympia, em São Paulo, em novembro de 2003, com participação de vários artistas, foi lançado em 2004, trazendo os grandes clássicos da banda.

Hoje é o álbum de inéditas, lançado em 2005, com participação de Manu Chao, Andreas Kisser e Nando Reis, entre outros, mostrando que os Paralamas continuam firmes e com muita energia para novos hits.

Fonte: bastaclicar.com.br
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Engenheiros do hawaii

Entre as bandas de Rock brasileiras, pode-se afirmar que Engenheiros do Hawaii está entre as que possuem mais variedades tonais durante o percurso do grupo. Da música Pop a moda Paralamas do Sucesso até o Rock progressivo, em suas músicas o conteúdo crítico se alia a inspirações de plurais fontes: desde o existencialista Sartre, até o grupo Pink Floyd, passando por Camus e Chico Buarque, por exemplo. No campo harmônico, as cifras dos Engenheiros do Hawaii trazem, geralmente, acordes simples (formado pelos 1º, 3º e 5º de cada acorde), mas com rápido ritmo e veloz mudança de posição entre um e outro. Desde 1985 (ano de formação), a banda sofreu alterações estilísticas e históricas, passando por diversas fases, chegando a grande popularidade demonstrada pelo número de procuras de cifras da banda pela internet. Por essa razão a seguir é narrada a história da banda, destacando os álbuns e músicas relevantes, e também, fala-se das cifras dos engenheiros do Hawaii mais procuradas na internet, apresentando as características básicas da música. A banda de Rock Engenheiros do Hawaii nasceu de uma apresentação como critica às paralisações das aulas do curso de Arquitetura em que os quatro membros iniciais estudavam, na cidade de Porto Alegre. A banda é marcante pela troca de seus membros: desde a formação somente o vocalista Humberto Gessinger permaneceu no grupo. No próprio ano de 1985 a banda se apresenta em shows alternativos e grava o primeiro disco (Longe demais das capitais) chegando rapidamente ao sucesso devido à inserção em temas de novelas da Rede Globo de Televisão. Estilisticamente, a primeira fase do grupo é marcada por nuances entre a crítica e o Pop-Rock. A música destaque do primeiro disco se chama Toda Forma de Poder e Longe demais das Capitais. O segundo álbum concede a fama ao grupo; A Revolta dos Dândis, de 1987, inova também a estética do grupo que se embasa na filosofia francesa para composição de suas letras, tornando-se, ao mesmo tempo, em uma banda de Rock and Roll progressivo. A mudança para o Rio de Janeiro faz com que a banda confeccione um Cd ao vivo, oriunda de uma apresentação no famoso Canecão. Em 1990, a música Era um Garoto Que Como Eu Amava Os Beatles e O Rolling Stones torna-se famosa, ela é integrante do álbum O Papa é Pop. Dentro desse álbum, na estética, o grupo insere mais instrumentos sintéticos, como o teclado tocado pelo próprio Humberto, e músicas em formato de balada como Pra Ser Sincero, esta é também a época que o New York Times elogia a estilística da banda. Uma revolução estética ainda acontece durante os anos 90, onde a banda mixa ao seu estilo campos harmônicos da MPB, com notas diminutas nas transições tonais, por exemplo. Isso os leva ao show acústico e a outro com a ornamentação filarmônica. Houve um período de transição dentro da história dos engenheiros do Hawaii, quando Gessinger mudou o nome da banda e trocou a composição básica do grupo, voltando a se chamar Engenheiros do Hawaii quando o nome Gessinger trio não aplacou. Uma nova era começa no começo do segundo milênio quando há a inserção do grupo no segundo Rock in Rio, a banda novamente muda a estética básica para o Punk e Pop, como nos álbuns ao vivo (10000 destinos e 10001 destinos). Desde 2004 a banda se dedica a shows e gravações acústicas, como as músicas Vida Real e Armas Químicas e Poemas lançados pela MTV em 2004. Quando eles terminaram a turnê em 2008, prometeram retornar em 2011. A procura pelas cifras e letras dos engenheiros do Hawaii na internet é grande, suas harmonias possuem rápida troca de acordes e são indicadas a pessoas que queiram treinar a sincronia entre a mão esquerda e a direita, no violão e na guitarra, por exemplo. Também são indicadas para apurar o ritmo, uma vez que é fácil perdê-lo na troca de acordes. Indica-se 10000 Destinos, Era um Garoto que Como Eu Amava os Beatles e os Rolling Stones, Pra Ser Sincero, Piano Bar, Eu Que Não Amo Você, Até o Fim, uma vez que são as mais procuradas na internet. Pode-se afirmar que a banda tem um caráter crítico em suas letras, como a conhecida critica a globalização por parte de Humberto, e também abre espaço ao Rock brasileiro em diversas variações (Progressivo, Punk, Pop, MPB, etc...).

Fonte: O Rock Através da História e das Cifras dos Engenheiros do Hawaii


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domingo, 21 de novembro de 2010

Ira! foi uma banda brasileira de rock and roll, formada em 1981, na cidade de São Paulo. Seu nome é inspirado no Exército Republicano Irlandês (Irish Republican Army). A banda anunciou seu término em setembro de 2007.

Subúrbio

No final dos anos 70, no outono da ditadura militar, Edgard Scandurra, fascinado pelo punk rock e, em busca desse som, ia a shows na periferia da cidade, para trocar informações com o pessoal. Foi então que Edgard e seu amigo Dino resolveram montar uma banda que tocasse punk, sem esquecer de Led Zeppelin e Jimi Hendrix. Nascia aí a banda Subúrbio. Nessa época, Edgard estudava no Colégio Brasílio Machado, onde volta e meia topava com um sujeito esquisito chamado Marcos Valadão Rodolfo, de apelido Nasi. Mesmo sem conhecê-lo, Edgard sentia simpatia pelo modo com que ele se vestia, e num desses encontros os dois acabaram se conhecendo, e ficando amigos. Mais tarde, Edgard chamou o Nasi para participar do Subúrbio, no festival interno do colégio Objetivo. Nessa época, o grande hit do Subúrbio era "Pobre Paulista", que mais tarde viraria um dos grandes hits do Ira!. Em 1980, Edgard foi convocado para servir o exército, e foi lá onde Edgard iria compor N.B. ("Núcleo Base"), que por sua vez também viraria um grande hit do Ira!, um ano depois (em 1981), Nasi chamaria o amigo Edgard para tocar num show na PUC e ali surgiria o Ira!, ainda sem exclamação, e com nome inspirado no Exército Republicano Irlandês. Completavam a formação o baterista Fabio Scattone, e o baixista Adilson. Dois anos se passaram até que o produtor Pena Schimidt descobriu a banda, nessa época contando com Charles Gavin (viria a se tornar membro dos Titãs) na bateria e Dino (velho companheiro da antiga banda Subúrbio) no contrabaixo, e os levou até a gravadora Warner, onde o Ira! gravaria seu primeiro compacto. O compacto contava com as músicas "Gritos na Multidão" e "Pobre Paulista".

O Ira! surgiu a partir da banda Subúrbio, que agregou o guitarrista Edgard Scandurra (ex-Ultraje a Rigor) e o vocalista Nasi. Depois de algumas mudanças de formação, a banda se estabilizaria ao redor dos dois e do baixista Ricardo Gaspa e o baterista André Jung. O grupo lança seu primeiro disco, Mudança de Comportamento, em 1985, mas o sucesso só viria em 1986, com o álbum Vivendo e Não Aprendendo, com hits como "Dias de Luta", "Envelheço na Cidade" e "Flores em Você" (esta última incluída na abertura da novela O Outro, da Rede Globo, no ano de 1987). Depois de se afastar da mídia por preferir continuar atrelada às suas raízes punk e de lançar vários discos nos anos 80 e 90, o Ira! retoma o sucesso com o lançamento do Acústico MTV em 2004, que consolida a banda entre os maiores nomes do rock brasileiro.

Fonte: wikipedia

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TEH CALLING

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

The Calling foi uma banda de Rock, dos Estados Unidos, formada em Los Angeles, Califórnia.
A primeira formação da banda foi Alex Band (vocal), Aaron Kamin (guitarra), Billy Mohler (baixo), Sean Woolstenhulme (guitarra) e Nate Wood (bateria). Em seguida Dino Meneghin entra no lugar de Sean. A outra formação que também ganhou muito destaque foi com Alex no vocal, Daniel Damico (guitarra base), Justin Meyer (bateria), Justin D´errico (guitarra solo) e Corey Britz (baixo e teclado).

Biografia

 

O The Calling começou em San Fernando Valley, na Califórnia, EUA, quando Aaron Kamin e Alex Band se conheceram em 1995. Aaron namorava a irmã mais velha de Alex. Com o tempo o namoro terminou, mas a amizade deles continuava, e os planos para formarem uma banda também.
Algum tempo depois, eles formaram uma banda chamada "Generation Gap" que não durou muito tempo, porque havia uma grande diferença de idade entre os integrantes e interesses diferentes também. Então Aaron e Alex continuaram investindo nesse sonho.
Ficaram por muito tempo escrevendo várias músicas. Criaram a banda "Next Door". Eles sempre colocavam suas fitas demo na caixa de correio de um dos diretores da RCA, e depois de muita insistência eles assinam um contrato. Em 2000 a banda apareceu no filme "Show Bar" cantando "Wherever You Will Go".
Com a entrada de mais alguns músicos contratados eles formam o The Calling e depois de 5 anos na "geladeira" eles lançam o primeiro CD "Camino Palmero" com "Wherever You Will Go" como single. E a música virou um grande sucesso, e assim The Calling começa a dar entrevistas para rádios e abrir shows de alguns cantores famosos.
Em 2002, eles saem em turnê mundial, fazendo seus próprios shows e são bem aceitos. E ganham o Prêmio de Artista Revelação no EMA e no ano seguinte o prêmio de melhor banda da rádio NJR.
Em 2004, lançam o novo álbum chamado "Two" e Aaron deixa a parte visual da banda, mas continua na produção e composição de músicas.
Em 2005, Alex anuncia que fará carreira solo.
Em 2008, O cantor Alex, ex-vocalista da extinta banda, volta ao Brasil em show solo, mas calcado em sucessos da ex-banda, no HSBC Brasil. Além de São Paulo, o cantor tem shows agendados no Rio de Janeiro, Campo Grande, Juiz de Fora (MG), Brasília (DF), Goiânia (GO), Recife (PE), Fortaleza (CE), Belém (PA) e Manaus (AM) e Araraquara (SP).


Discografia

Álbuns

  • Camino Palmero (2001)
  • Two (2004)                                          

FONTE: WIKIPÉDIA
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Cavalera Conspiracy

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Cavalera Conspiracy é um metal pesado supergrupo formado pelos irmãos brasileiros Max Cavalera (vocal e guitarra) e Igor Cavalera (bateria), juntamente com o guitarrista americano Marc Rizzo e guitarrista francês Joe Duplantier no baixo. The band originally formed in 2007 as Inflikted but changed its name for legal reasons. A banda originalmente formada em 2007, Inflikted, mas mudou seu nome por razões legais. The group's creation marked the end of a 10-year feud between the Cavalera brothers, who founded Sepultura in the early 1980s. A criação do grupo marcou o fim de um ano feud 10 entre os irmãos Cavalera, fundadores do Sepultura no início de 1980. They remained together in that band until December 1996, when Igor, guitarist Andreas Kisser , and bassist Paulo Jr. suggested to Max that the band cancel its contract with his wife and manager Gloria, saying she paid more attention to him than the band. Eles permaneceram juntos na banda até dezembro de 1996, quando Igor, o guitarrista Andreas Kisser eo baixista Paulo Jr. sugeriu a Max que a banda cancelar seu contrato com sua esposa e empresária Glória, dizendo que ela prestava mais atenção a ele do que a banda. Disagreeing, Max decided to leave Sepultura. Discordando, Max resolveu deixar o Sepultura. Max then formed a new band, Soulfly , and his brother Igor recorded four studio albums with Sepultura before leaving the band in January 2006. Max, em seguida, formou uma nova banda, Soulfly , e seu irmão Igor gravou quatro álbuns de estúdio com o Sepultura antes de deixar a banda em janeiro de 2006. In July 2006, Max received an unexpected call from his brother, and by the end of the conversation, Max had invited Igor to visit him in Phoenix, Arizona , to perform in a Soulfly show. Em julho de 2006, Max recebeu uma ligação inesperada de seu irmão, e até ao final da conversa, Max convidou Igor para visitá-lo em Phoenix, Arizona , para realizar um show no Soulfly. Igor joined Soulfly in concert and performed two Sepultura songs. Igor se juntou Soulfly em concerto e apresentaram duas músicas do Sepultura. After the show, Max suggested they begin a new project, and Igor accepted. Após o show, Max sugeriu que começar um novo projeto, e Igor aceite. To complete the band, Max chose Soulfly guitarist Marc Rizzo and the Gojira frontman Joe Duplantier to play bass guitar. Para completar a banda, Soulfly Max escolheu o guitarrista Marc Rizzo eo Gojira vocalista Joe Duplantier a tocar baixo. The group then recorded their debut album at Undercity Studios in Los Angeles with engineer and co-producer Logan Mader in July 2007. O grupo então gravou seu álbum de estreia no Undercity Studios em Los Angeles com o engenheiro e co-produtor Logan Mader , em Julho de 2007. Named after the band's original moniker , Inflikted was released through Roadrunner Records on 25 March 2008. Baptizado com o nome original da banda do apelido , Inflikted foi lançado pela Roadrunner Records em 25 de março de 2008.
On Inflikted , the group's musical style combines elements of Sepultura and the Cavaleras' hardcore punk roots, and the straightforward death metal fused with riffs and guitar solos of the thrash metal and groove metal that Sepultura created between Beneath the Remains (1989), Arise (1991) and Chaos AD (1993). Em Inflikted, o estilo musical o grupo combina elementos do Sepultura e Cavalera ' hardcore punk raízes, e os simples de death metal fundido com riffs e solos de guitarra do thrash metal e groove metal que o Sepultura criada entre Beneath the Remains (1989), Arise ( 1991) e Chaos AD (1993). According to Allmusic , the release of Inflikted "brings to fruition one of the most anticipated yet most improbable reunions in heavy metal history," while in the words of Joel McIver , "Those thousands praying for the Max-era Sepultura line-up to reform can get off their knees: the key reunion has happened." De acordo com o Allmusic , a liberação de Inflikted "traz para a fruição um dos antecipou ainda mais improváveis encontros mais na história do heavy metal", , enquanto, nas palavras de Joel McIver , "Aqueles milhares rezando para o Max era linha-Sepultura até a reforma pode sair de joelhos: o reencontro chave que aconteceu ".
The "Infliktour" supporting the debut album began on 30 May 2008, when Cavalera Conspiracy played its first official concert at the Electric Weekend festival in Madrid, Spain. O "Infliktour" apoiar o álbum de estréia começou em 30 de Maio de 2008, quando Cavalera Conspiracy desempenhou o seu primeiro concerto oficial no festival Electric Weekend em Madrid, Espanha. Due to recording commitments with Gojira, Duplantier was unable to join Cavalera Conspiracy on tour. Devido a compromissos de gravação com Gojira, Duplantier não foi capaz de juntar Cavalera Conspiracy em turnê. He was replaced by Johny Chow of Fireball Ministry . Ele foi substituído por Johny Chow de Fireball Ministry . The group has performed in several festivals in Europe and North America, including Pinkpop , Download , Monsters of Rock and the Ozzfest . O grupo já se apresentou em vários festivais na Europa e América do Norte, incluindo Pinkpop , Download , Monsters of Rock e do Ozzfest .
In 2010, the band was confirmed as being part of the soundtrack for Namco Bandai Games ' 2010 remake of Splatterhouse . Em 2010, a banda foi confirmada como sendo parte da trilha sonora para a Namco Bandai Games 'remake de 2010 de Splatterhouse .

História

Antecedentes

Em 16 de Agosto de 1996, 01:43, Max Cavalera s enteado 'Dana Wells, foi morto em um acidente de carro na idade de 21 em Phoenix, Arizona . At the time, Cavalera was the lead vocalist for Sepultura which was on tour promoting its sixth studio album, Roots , in England with Ozzy Osbourne . Na época, a Cavalera foi o vocalista do Sepultura , que estava em turnê promovendo seu sexto álbum de estúdio, Roots , na Inglaterra, com Ozzy Osbourne . After hearing the news, Ozzy and his wife Sharon Osbourne hired a private plane to take Cavalera and his wife and manager, Gloria, back home. After the funeral, Max returned his focus to Sepultura, and the band resumed its European tour. Depois de ouvir as notícias, Ozzy e sua esposa Sharon Osbourne contratou um avião particular para levar Cavalera e sua esposa e empresária, Gloria, volta para casa.  Depois do funeral, Max voltou seu foco para o Sepultura, a banda retomou a sua turnê européia . Then, following a sold-out show at London's Brixton Academy on December 16—later documented on the live album Under a Pale Grey Sky —drummer Igor Cavalera , guitarist Andreas Kisser , and bassist Paulo Jr. told Max they wanted to replace numerous members of the band's staff, including Gloria. Andreas, Paulo and Igor proposed ending the contract with Gloria and hiring a new manager for Sepultura, saying that she paid more attention to Max than the band. Então, após um show com ingressos esgotados no London's Brixton Academy em 16 de dezembro, depois documentada no álbum ao vivo Sob um céu cinzento pálido -baterista Igor Cavalera , o guitarrista Andreas Kisser eo baixista Paulo Jr. disse Max que queria substituir numerosos membros do o pessoal da banda, incluindo Gloria.  Andreas, Paulo e Igor propostas termina o contrato com a Glória e contratar um novo gerente para o Sepultura, dizendo que ela prestava mais atenção a Max que a banda. The trio suggested that she could continue as personnel manager of Max but that someone else should manage the band. O trio sugeriu que ela poderia continuar como gerente de recursos humanos de Max, mas que alguém deve gerenciar a banda. Gloria refused. Gloria recusado. Max felt betrayed by his mates, especially his brother. Max se sentiu traído por seus companheiros, principalmente seu irmão. 

  Max resolveu deixar o Sepultura, como ele sentiu que seus companheiros de banda estavam "morder a mão que alimenta". Em entrevista à Revolver Magazine de maio de 2008 questão, Max explicou que Glória tinha trabalhado para o Sepultura por dois anos sem ganhar um dólar, apenas pela paixão da música.  Inconformada com os outros membros do Sepultura, Max disse: "Se é assim que está indo para baixo, eu estou fora. Desisti. Eu não posso simplesmente colocar uma máscara e backstab um grupo de pessoas que confiam em mim.Mais tarde, Max afirmou que "foi a pior decisão que teve de fazer em sua vida." 
. Sua saída do Sepultura causou uma briga de 10 anos entre os irmãos Cavalera. . Durante este período, Max formou uma nova banda, Soulfly , que lançou seis álbuns de estúdio.  Igor continuou como o baterista do Sepultura, que aparece sobre o grupo vem de quatro discos de estúdio antes de sair em janeiro de 2006 para trabalhar em seu projeto de DJ, Mixhell, e para passar mais tempo com sua família.
Em julho de 2006, enquanto estava em turnê Soulfly, Max recebeu um telefonema de seu irmão, e até ao final da conversa, Max convidou Igor para visitá-lo em Phoenix para o décimo aniversário do D-Low, um show comemorativo anual de Dana . No show, Igor se juntou ao Soulfly e apresentaram duas músicas do Sepultura, " Roots Bloody Roots "e" Attitude ", de Dana, que havia escrito a letra.  Em uma entrevista com Chad Bowar para About.com , Max afirmou que o desempenho foi "o nascimento de Cavalera Conspiracy". Após o show, Max sugeriu que começar um novo projeto após o Soulfly terminou em turnê.  Max confessou Bowar que ele havia mentido para Igor quando ele disse que todas as músicas estavam prontas quando ele tinha apenas terminado uma. Ele acrescentou: "Foi uma daquelas mentiras bem. Tudo rolou de lá. O que eu gosto sobre a conspiração é que nada é realmente planejado. Uma coisa leva a outra. Não há pressão e se sente como um projeto diferente de tudo o que eu ' fiz. " 
. Antes de falar com seu irmão, Max escreveu uma canção intitulada "Inflikted", inspirado em visita Sepultura em 1992, a Indonésia, onde viram um "ritual de louco". Descrevendo o que ele viu, Max disse: "Não havia dor auto-infligida, facas, sangue, fogo. Foi uma loucura. Ela ficou na minha cabeça. Max afirmou que "Inflikted" era suposto ir para Soulfly o sexto álbum de estúdio da Conquista , mas ele queria fazer a música com Igor.  Por motivos legais, eles não podiam usar Inflikted como o nome da banda.  Segundo Max, "Um monte de gente tinha usado ele antes, então ele tinha que vir com algo mais. Ao tentar encontrar um nome, ele "deixou escapar" Cavalera Conspiracy, Igor e gostei.  Max acrescentou: "Eu acho que gosto melhor do que o Inflikted. Possui um anel a ela que me liga e Igor como dois irmãos juntos novamente." 

  Inflikted

Um homem tocando um instrumento de percussão
  Em 2006, Igor deixou o Sepultura para trabalhar em seu projeto de DJ, e para passar mais tempo com sua família.
. Para completar a banda, Soulfly Max escolheu o guitarrista Marc Rizzo eo vocalista Joe Duplantier dos Gojira .  Rizzo foi a sua escolha, porque, de acordo com Max, ele e Rizzo "jogar juntos no Soulfly e musicalmente, somos como irmãos gêmeos". Max disse também que conversou com Rizzo sobre voltar às raízes de meados da década de 1980 thrash metal , o que fez com o Sepultura.  Max continua: "Marc estava completamente dentro dele e ele o fez grande. Ele superou o que eu pedi a ele para fazer. Max afirmou que Duplantier foi idéia de Glória, como ele não o conhecia de todo. Ele acrescentou: "Não tínhamos idéia de quem é o cara, ele é de um continente diferente e nós não falo francês. Eu sabia que o CD Gojira. Mas eu gosto do elemento surpresa e perigo Joe trouxe." . Em julho de 2007, a banda gravou seu álbum de estreia no Undercity Studios em Los Angeles com o engenheiro e co-produtor Logan Mader  (que jogou no Soulfly durante um ano após deixar o Machine Head , em 1999)  e Lucas Banker do Dirty equipe de produção da Icon.  O álbum conta com participação do baixista Rex Brown na música "Ultra-Violent", e do enteado de Max Ritchie cantando Cavalera em "Black Ark".  Inflikted , em homenagem a banda original da alcunha , foi lançado pela Roadrunner Records em 25 de março de 2008. [1] [7] Comercialmente, Inflikted não têm vendas maiores, atingindo posições moderadas nas paradas.  O álbum alcançou o top 30 na Áustria, Finlândia e Alemanha, e os top 40 na Austrália e na Bélgica.  Tendo vendido mais de 9.000 cópias durante sua primeira semana, Inflikted chegou ao número 72 na Billboard 200 chart. 
  O Infliktour apoiar o álbum de estréia começou em 30 de Maio de 2008, quando Cavalera Conspiracy desempenhou o seu primeiro concerto oficial no festival Electric Weekend em Madrid , Espanha.  No entanto, para esta performance ao vivo ea turnê européia posterior, a banda teve que substituir Duplantier, que foi incapaz de aderir Cavalera Conspiracy na estrada, ele estava gravando o quarto álbum de estúdio Gojira, The Way of All Flesh . Ele foi substituído por Johny Chow de Fireball Ministry .  Entre junho e meados de Julho de 2008, a banda se apresentou em vários festivais, incluindo apresentações no Festival Pinkpop , Rock am Ring e Rock im Park , Download Festival ,  Graspop Metal Meeting ,  Eurockéennes ,  , entre outros. 
A banda retornou então aos Estados Unidos para uma turnê norte-americana a partir de meados de julho a agosto de 2008, com datas headling com The Dillinger Escape Plan , Throwdown , Bury Your Dead , e Incite.  Cavalera Conspiracy também se apresentaram no Monsters of Rock Festival, que foi realizada em 26 de julho de McMahon Stadium em Calgary , Canadá, eo de um dia Ozzfest no Pizza Hut Park em 09 de agosto.  Durante sua turnê, Cavalera Conspiracy realizado em várias datas com Judas Priest no Priest Feast em toda a Europa Oriental , mas as duas bandas cancelaram seus shows na Austrália e Nova Zelândia, que foram programadas para setembro de 2008. Em um comunicado à imprensa, os promotores alegaram o cancelamento foi devido a "logística e frete questões ", mas Max Cavalera escreveu sobre banda site do que eles eram" proibidos "de se apresentar em Nova Zelândia e Austrália porque alguém a quem ele não especificou," considera-os "um" inadequado "da banda e também inflamatório". 
Devido a compromissos de Max no Soulfly e Igor com Mixhell, Cavalera Conspiracy foi colocado em espera até agosto de 2009, quando a banda reagrupou-se para turnê na Europa e no Japão,  , incluindo shows no Ankkarock , Summer Sonic , Pukkelpop e Trutnov festivais e duas datas em setembro 2009 na Áustria e Rússia. 

  segundo álbum de estúdio

Em outubro de 2009, Max disse Noisecreep que ele e seu irmão Igor tem planos para trabalhar em um segundo álbum, Cavalera Conspiracy juntos.  No mês seguinte, Noisecreep falou com Igor sobre um novo álbum Cavalera Conspiracy.  Igor disse que ele e Max são ocupados com seus principais compromissos, mas "Temos algumas idéias de talvez fazer um álbum de remixes de [Inflikted] e as pessoas gostam Justiça ou Soulwax , até mesmo alguns dub artistas que meu irmão gosta de remix, o conjunto álbum, "diz ele. "Mas isso é apenas uma idéia. Não é nada confirmado. Mas eu e Max estão falando sobre fazer um novo álbum no futuro, mas não há nenhuma pressão. Não há ninguém da gravadora ou agentes tentando empurrar-nos a fazê-lo o mais rápido possível . " De acordo com uma atualização em seu site oficial, Cavalera Conspiracy vai entrar em estúdio em abril de 2010 para começar a gravar o seguimento de seu álbum de estréia de 2008, Inflikted.  Em maio de 2010, a banda terminou de gravar com o produtor Logan Mader em co- -produção com máx.  Cavalera Conspiracy recrutados sua turnê baixista Johny Chow para tocar baixo no álbum, como o ex-membro Joe Duplantier estava ocupado com Gojira próximo álbum. Após terminar as gravações, a Roadrunner Records confirmou que o novo álbum, a banda não vai ser lançado até início de 2011. 

  Estilo, letras e recepção

Revolver 's Jon Wiederhorn, destacou que, embora as canções foram arranjadas e gravadas rapidamente, Inflikted sons nem executado às pressas, nem incompleto.  Há uma conexão entre Max riffs e percussão Igor, uma química que vem somente de músicos que aprenderam a jogar juntos e aperfeiçoou sua arte através de anos de sessões de estúdio e shows ao vivo.  Wiederhorn Inflikted descrito como explosivo flashback "para o remorso thrash metal e groove primal Sepultura criado entre 1991 a Arise e 1993 do Chaos AD [...] As músicas são crus e simples, mas agraciado com sincopado do tambor é executado, floresce guitarra experimental, e sonic babados inspirados por amor Max do reggae e do fascínio com a cultura DJ Igor. Os vocais são primitivos e selvagens, estimulado por um sentido de urgência que a igualdade de partes desespero, raiva e celebração. "
Na época da gravação do álbum, ele estava assistindo os mesmos quatro filmes quase todos os dias: "Apocalypse Now" , "Cidade de Deus , A Laranja Mecânica , e La Haine .  Ele disse: "O que saiu deste álbum era mais que suficiente para preencher o vazio de não trabalhar juntos por muito tempo. É muito intenso. Desde o primeiro momento, é guerra." 
Allmusic 's Eduardo Rivadavia, disse que a libertação dos Inflikted "traz para a fruição um dos antecipou ainda mais improváveis encontros mais na história do heavy metal. Rivadavia Duplantier expressou que "geralmente só mantém um perfil baixo sonic e seu nariz fora de perigo, mas as contribuições Rizzo realmente não pode ser exagerada. [...] Suas linhas de outro solando e inventiva melódica, muitas vezes servem como catalisadores criativo responsável pela momentos mais inspirados. "  Keith Carman de Exclaim! elogiou a musicalidade do grupo de Inflikted, dizendo que "não seria um estiramento de proclamar que Inflikted, com o seu grunhido detuned, letras bombásticas e hiperativo baterista, é o álbum que deveria ter conseguido aclamado Sepultura é amplamente 1996 Raízes da usina. "  Tal como o anterior, Adrien Begrand de PopMatters escreveu com entusiasmo para os dois e Cavalera Conspiracy Inflikted. 
. Claro, não é uma reunião do Sepultura, mas com Max e Igor desempenho registrado pela primeira vez em doze anos é o mais perto que nunca vamos conseguir, e não só o Cavalera Conspiracy é Inflikted revisitar o post-thrash sons de 1993 do Caos AD, mas nada consegue ofuscar Sepultura colocou na última dúzia de anos.  Arredondado por Soulfly guitarrista Marc Rizzo eo mais impressionante, o vocalista Joe Duplantier, do Gojira no baixo e ritmo, a banda é tão sólida como um supergrupo de metal que você jamais vai encontrar, e onze faixas do álbum beneficiar enormemente com a química entre os quatro músicos.
Joel McIver da Record Collector escreveu: "Inflikted é gobsmackingly violenta batida. O que Cavaleras não atingiu sua melhor forma, muitas vezes Sepultura (trabalho foi genéricos desde 1995, e Soulfly são sempre desiguais), mas, talvez alimentada pelas expectativas, eles isso aqui:. As 11 faixas de hardcore combinar punk (sem ínfima da produção) e thrash metal (sem clichês) para produzir insanamente rápido um registo carregado de referências para o seu melhor trabalho do Beneath the Remains e Arise. Sepultura É muito moderno para som fechado a esses registros, é claro, mas em termos de atitude e peso riff que coincide vencê-los-de-batida e riffs de riff-Aqueles milhares rezando para a era do Sepultura Max-line-up para a reforma pode ficar fora de seus joelhos.: a reunião-chave que aconteceu. "

  Pessoal

Discografia

 FONTE: en.wikipedia.org/wiki/Cavalera_Conspiracy                     

 



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